O calor (insuportável) da primavera.

Aposto que até as nuvens estão quentes hoje. Não vi a média de temperatura, prefiro não ver. Porém, todo esse clima me fez ter vontade de tomar tererê (en castellano, tererÊ).

Amanhã, logo antes da faculdade, preciso comprar uma daquelas bombas, as mesmas que se toma o chimarrão. Objeto que acho desprezível, de tamanho mal gosto e falta de capacidade criativa. Faltou unir ali o util à higiene, mas, enquanto não tenho o insight que mudará o curso da tradição gauchesca, comprarei tal como é.

A parte que chamamos de cuia, eu dispenso. É só um recepiente e não há a menor necessidade de tradicionalismo. Somado ao fato de que é a parte mais nojenta do processo. Aquilo emborola, pois sempre é feito de maneira artesanal em madeira, chifre de boi ou afins. Tem bactérias a rodo! Bactérias, fungos, etc. Geeh.

Mesmo assim, e apesar de tudo isto, amanhã compro a bomba, a erva (uffa, finalmente uma parte industrializada e limpa!) e tomo tererê, bem gelado, gelado de arrebentar os dentes.

Queria poder comprar a companhia também, mas essa depende da sorte. Por sinal, será muita sorte tê-la enquanto falo das bactérias…

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