C’est le même chose

Minhas aulas de francês têm andado muito bem. Eu acho, ainda não consigo falar muita coisa, mas dê-me algo para ler e consigo. É um progresso grande, pois normalmente aprendo a falar línguas estrangeiras só falando e o francês só é bonito mesmo na voz de Jane Birkin.
Outra, lembrei agora: Nada mais de Yelle pra mim, nem nos momentos de felicidade, minha vida agora entrou num estágio em que o pop, mais uma vez, dá espaço a nostalgia.

Nostalgia que por sinal, me lembra o Moby contando, algo que já havia comentado: Disco Lies e Every day is 1989 são traços de nostalgia em sua musica. Do cd novo.

Muito bom, por sinal, mas é mais um deles que fica na gaveta até essa fase passar.

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A mente religiosa é a explosão do amor – de um amor que não conhece a separação. Para ele, o longe é perto. Não é o amor de um só, ou de muitos; é, antes, um estado de amor no qual toda a divisão desaparece. Tal como a beleza ele também não cabe na medida das palavras.

J. Krishnamurti
Março, 1979

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