De Leve, De Falla e Leme.

O negócio é que ninguem mais parece acreditar no ‘hip-hop’ brasileiro – e sei que isso já soa estranho ‘hip-hop brasileiro’, whatever – daí, quem tentou fazer algo relacionado ao estilo negritude foi o De Leve (o mesmo do De Falla e do Engenheiros do Havaí).

Mas isso tudo não vem ao caso, caso é que alguém mais sabia que o baixista do E. do Havaí tocava na banda de Armandinho??????????? Isso é Ultraje (à rigor).

Bom, agora o Flu resgata o De Leve do rap e o Luciano Granja do pseudo-reggae Armandinho e vão fazer uma trio rock chamado de Leme.

A noticia tá toda na Folha. Seguem os melhores momentos para os que não têm como ler:

‘”Nem escuto mais hip hop, só produções feitas antes de 1986, quando os caras misturavam rap com rock”, afirma De Leve, 26, pelo telefone. “O rap nacional nem cara de Brasil tem, diferentemente do funk carioca, que é o que vem sendo reconhecido lá fora”, alfineta.’ (De Leve)

‘Com os gaúchos Flu (baixista que integrou a formação clássica do DeFalla) e Luciano Granja (ex-Engenheiros do Hawaii, atual guitarrista do reggaeiro Armandinho), o provocador montou a Banda Leme. As primeiras composições ficaram prontas há seis meses e foram direto para o MySpace e o TramaVirtual.’

‘Já “Amor 100 Remédio” está mais para o reggaetón, estilo que De Leve acredita não ter vingado no Brasil por puro preconceito dos nossos manos. Ele também diz que “Amor 100 Remédio” merecia ganhar uma versão “voz e violão” de seu mais ilustre fã declarado: Caetano Veloso.’

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