Damn, I wanna a cigarrette… II

As leis ‘antitabágicas’ deviam ver isso, (tenho que colocar todo o orgulho feminino de lado e dizer que ela é realmente maravilhosa) até seu jeito de fumar imponente. Imagine por exemplo, Carla Bruni, na mesma situação, oculta aos olhos alheios, que passei hoje quando no shopping precisamos olhar uma vitrina e escolher entre esse e aquele sapato. Fazer isso com um cigarro entre os dedos é uma tarefa complexa, onde são considerados os pontos sutis de cada um dos pares e que pode gerar três páginas de um livro dependendo do autor. Fazer isso sem um cigarro é algo mecânico demais. Você não consegue captar a verdadeira essência dos dois sapatos, acabamos por comprar sempre o mais barato (não no caso de Carla, mas no meu e no seu também), o mais simples e o sempre o pretinho básico – “que vai com tudo”. Percebe? As leis que proíbem os fumantes limitam, não apenas o espaço de ar que pode ser ocupado pela fumaça, mas também as capacidades imaginativas e criativas daqueles que realmente as possuem (bem sabemos que somos os privilegiados).

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